bestsseries:
Peyton: Podemos ser amigas de novo? Por favor? Como antes?
Brooke: Sinto muito, Peyton. Eu acho que não. “Como antes” se foi.
Um mês atrás, não tinha nada no
mundo de que eu gostasse, sentisse falta ou desejasse. Eu sabia que poderia perder tudo e não sentir nada, e aproveitava aquela facilidade para ficar tranquilo.
Seria muito legal se eu pudesse editar a minha vida. Se pudesse parar no meio de uma frase, parar e deixar tudo descansando em uma gaveta escura em algum lugar, consumar minha amnésia e esquecer de tudo que aconteceu, que está acontecendo e que está para acontecer. Fechar os olhos e ir dormir feliz.
Não é porque eu parei de falar, que eu parei de sentir. Talvez eu só tenha cansado de dizer tantas coisas, que amanhã, ninguém se lembrará mais.
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❝E existem aquelas pessoas que por mais distantes que estejam, ainda continuam perto. Aquelas que, passe o tempo que passar, serão sempre lembradas por algo que fizeram, falaram, mostraram, pelo que nos fizeram sentir. É isso… As pessoas são lembradas pelos sentimentos que despertaram em nós… E quanto maior o sentimento, maior se torna a pessoa.❞ — Caio Fernando Abreu
É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa.
—
Caio F Abreu sobre Clarice Lispector (via
faz-sonhar)